Mostrando postagens com marcador Muppets. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Muppets. Mostrar todas as postagens

28 de novembro de 2009

The Muppets Rhapsody

Esses dias comemoraram os 18 anos da morte do Fred Mercury. Sempre achei graça dessa ideia de comemorar a morte de alguém. Se fosse pra realmente celebrar, eu sugeriria uma rave pela morte de Hitler, por exemplo. Três dias e três noites de festa, ao som de muito Hava Nagila techno.

Faz um ano que meu tio morreu e ele deixou saudade, isso sim. A casa aqui ficou maior do que antes e acho que finalente convenci meus pais a irem para outro lugar, o que vai ser uma boa pra todos. De repente, no meio dessa história de mudança, eu me escafedo pra um lugar só meu. Oremos.

Genial mesmo foi a homenagem (o que faz muito mais sentido) que a equipe responsável pelos Muppets fez. Se alguém ainda não viu, pode ver agora. Mas, como acho que todo mundo já deve ter visto isso, deixo o link fácil aqui pra quando eu quiser assistir de novo. :]

6 de maio de 2008

Pensamentos visuais


Caso alguém venha aqui e assista apenas (a)o vídeo acima, já acho que vai ter valido a pena. Acabei de assisti-lo e me inspirou bastante a escrever, principalmente me vejo como o batráquio acima. Claro, sem os efeitos especiais ou nenhuma alusão a um possível uso de drogas - mas este pensamento é uma forma de preconceito tendencioso, alimentado pela forma como o personagem Caco se caracteriza perante o companheiro de cena, completamente quadrilátero. Aliás, o sapo teve essa roupagem para dabi duba top tchuras em parte (mais) para antagonizar com o outro e (menos) devido ao momento de criação do quadro.


A cena toda é de uma simplicidade muito bonita, produzindo uma crítica interessantíssima, construtiva até não poder mais, sobre a mentalidade e como ela é usada pelas pessoas. Quando comecei a ver o vídeo (uma releitura inspirada), rapidamente me identifiquei com o Caco, não só por também achar difícil ser verde ou por fazer sons guturais vez ou outra. O motivo é mais profundo do que isso.


Tenho uma forma de pensar muito pessoal (certo, como não poderia deixar de ser), mas a palavra que melhor encaixa aqui é "fluida". Não tenho pensamentos literais, por mais que às vezes queira - costumo dizer que meu cérebro é um ser independente de mim. A ironia visual no começo do filme caiu como uma luva em mim. Esse tipo de pensamento "irregular" é bastante útil até no meu ambiente de trabalho, além de no pessoal. Claro, ando em meio a algumas oscilações de humor, mas acredito que estou caminhando pra voltar a ficar bem. Dizer que enxergo o lado bonito das coisas é resumir e simplificar muito. "Ninguém aqui é Madre Teresa", já me disseram e eu concordo. Depois de ter sido chamado de "escroto" e "incorreto" (de uma forma boa!) por um professor, não poderia discordar mesmo.